Por que ser contrariado pelo amor
é mais belo do que ser vencido por ele
E é assim todas as manhãs
com o sol transformador
transforma a dor
E o amargo sabor
daqueles sentimentos
vendidos em doses
cápsulas vazias
de carinho e amor
Este é teu vício
mas lembre-se
que eu te aceito
sem você me aceitar.
Sou aquilo que te faz pensar, pois por aqui fazer sentido nem sempre é uma regra.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Esta noite
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poesias
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Felicidade
É uma cidade
cheia de vícios
E se eu fujo
dessas mentiras
sou um artista
E se escrevo
o que não presta
sou poeta
então pego
essas mentiras
e tudo que não presta
E me pergunto
Porque tu me faz mudar?
Se não queres viver em mim
Pensas que tenho outra
Pensas em demasia
Minha triste boemia
É uma cidade
cheia de vícios
E se eu fujo
dessas mentiras
sou um artista
E se escrevo
o que não presta
sou poeta
então pego
essas mentiras
e tudo que não presta
E me pergunto
Porque tu me faz mudar?
Se não queres viver em mim
Pensas que tenho outra
Pensas em demasia
Minha triste boemia
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Amarração!
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Safadezas e ironias à parte.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
E os apaixonados?
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Sobre o amor, sol e lua
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Histórias para o Eduardo e Gabriella
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Era uma vez, um jovem chamado Amor, acima de tudo era fraterno e reconhecido por todos pelo seu jeito temperamental. O mais velho de uma familia de 7 irmãos, as vezes, como todo irmão mais velho, conseguia ser chato e teimoso como um asno. Sua missão era espalhar a boa nova ao mundo.
Carregava sempra algumas rosas e as jogava para as jovens donzelas que o viam passear por entres as ruas daquelas cidades que o tempo nos fez esquecer. Diziam por aí que ele tocava violão como ninguém e não tinha quem ficasse sem beijar quando animava as festas com o vinho que trazia dos deuses.
Todas as canções do jovem Amor não envelhecem, são eternas. Até a lua quando o ouviu tocar se emocionou, chorou como uma criança, suas lágrimas escorriam por aquele ceú escuro. Choveu e fez muito frio naquela noite.
O jovem Amor sabia para quem era aquelas lágrimas. E logo no raiar do dia, chamou seus amigos passarinhos, e por serem tão pequeninos, ensinou para cada um apenas uma nota musical .Com aquela passarada reunida organizou um imenso coral para alegrar os primeiros raios do Sol.
E o Sol naquele dia brilhou mais forte. A alegria é contagiante e todo botão de flor se abriu, e toda lagarta virou borboleta, e tudo naquele dia foi diferente. A Mãe terra, filha do Sol, parou por três dias só para ouvir aquele som que fala com o coração, e as vezes se fazem daquelas canções que só quando estamos apaixonados fazem sentido.
A jovem Lua ao saber da anunciação do seu encontro com o Sol, fez questão de usar seu vestido mais branco e seu par de brinco adornado de prata e perólas. O tempo parou para admirar a beleza da Lua com o seu véu de noite.
O jovem Amor celebrou e derramou sobre a Mãe Terra grandes quantidades do vinho dos deuses, e a jovem senhora que ainda não tinha conhecido a inebriante doçura da presença daquele jovem rapaz, caiu desmaiadas em seu braços. Foi quando somente o Amor presenciou o beijo dos apaixonados separados pelo o destino.
E ali juntos o Sol, a Lua e o Amor viraram confidentes e juntos bolaram um plano para driblar as correntes do destino. Ninguém comenta sobre o assunto, mas dizem os antigos que isso são os mistérios da vida, mistérios de quem leva a vida com o Amor.
*
Essá é uma das histórias que quero contar para os meus filhos.
Ítalo tu se habilita em fazer a quadrinização? E aí Marcelo vai querer roteirizar para os quadrinhos? Estou aberto a idéias.
Carregava sempra algumas rosas e as jogava para as jovens donzelas que o viam passear por entres as ruas daquelas cidades que o tempo nos fez esquecer. Diziam por aí que ele tocava violão como ninguém e não tinha quem ficasse sem beijar quando animava as festas com o vinho que trazia dos deuses.
Todas as canções do jovem Amor não envelhecem, são eternas. Até a lua quando o ouviu tocar se emocionou, chorou como uma criança, suas lágrimas escorriam por aquele ceú escuro. Choveu e fez muito frio naquela noite.
O jovem Amor sabia para quem era aquelas lágrimas. E logo no raiar do dia, chamou seus amigos passarinhos, e por serem tão pequeninos, ensinou para cada um apenas uma nota musical .Com aquela passarada reunida organizou um imenso coral para alegrar os primeiros raios do Sol.
E o Sol naquele dia brilhou mais forte. A alegria é contagiante e todo botão de flor se abriu, e toda lagarta virou borboleta, e tudo naquele dia foi diferente. A Mãe terra, filha do Sol, parou por três dias só para ouvir aquele som que fala com o coração, e as vezes se fazem daquelas canções que só quando estamos apaixonados fazem sentido.
A jovem Lua ao saber da anunciação do seu encontro com o Sol, fez questão de usar seu vestido mais branco e seu par de brinco adornado de prata e perólas. O tempo parou para admirar a beleza da Lua com o seu véu de noite.
O jovem Amor celebrou e derramou sobre a Mãe Terra grandes quantidades do vinho dos deuses, e a jovem senhora que ainda não tinha conhecido a inebriante doçura da presença daquele jovem rapaz, caiu desmaiadas em seu braços. Foi quando somente o Amor presenciou o beijo dos apaixonados separados pelo o destino.
E ali juntos o Sol, a Lua e o Amor viraram confidentes e juntos bolaram um plano para driblar as correntes do destino. Ninguém comenta sobre o assunto, mas dizem os antigos que isso são os mistérios da vida, mistérios de quem leva a vida com o Amor.
*
Essá é uma das histórias que quero contar para os meus filhos.
Ítalo tu se habilita em fazer a quadrinização? E aí Marcelo vai querer roteirizar para os quadrinhos? Estou aberto a idéias.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
A contravenção do pensamento
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pensamentos sequelados
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Divagando sobre a realidade paralela
penso que talvez o lado lá, seja o eterno
Tenso, mais de uma vez, seja cá para ela
penso na realidade, o que é terno?
Devagar, caminhando para a real idade
Essa insentatez de lembrar do que não posso
Sem lenço, sem alento, talento vosso
Exceder os limites da sociedade
penso que talvez o lado lá, seja o eterno
Tenso, mais de uma vez, seja cá para ela
penso na realidade, o que é terno?
Devagar, caminhando para a real idade
Essa insentatez de lembrar do que não posso
Sem lenço, sem alento, talento vosso
Exceder os limites da sociedade
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