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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Passo passeio sossegado

A noite é um culto a cidade
e suas luzes amarelas e azuis
Sinto um ar de liberdade
que me prende, cativa e seduz

Passeio pelo parque
Passando pelos os bares
São tantas praças e canais
que já não sei mais

Se onde estou é Tucumã
Via verde, Chico Mendes
Esperança Seis de agosto

No quinze já é de manhã
Gameleira inconsequente
as luzes de um ano novo

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

verdades negativas

Sem ao menos conhecer, ignorei
verdades translucidas,
transparentes parentes,
reticentes reticencias
então quando penso que sei
penso preso a um pensamento
sentimento contínuo continua
repetindo reverberando
musicas que moldam o eco
e como grito vão ecoando
e então nego.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Frases de efeito

"Meu lado suícida, já morreu faz tempo..."

- Kilrio Farias - Nicless

Esses crentes subversivos

LSD - Louvado Seja Deus!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Orkut me deixou corado.

Sorte do dia:
Você é o charme e a cordialidade em pessoa.

Já disseram que eu sou uma pessoa muito dificil de se odiar. Fiquei impressionado quando a Carol Freitas, sem mais nem menos, virou para mim e disse: "Você é uma pessoa muito querida!". Isso aconteceu numa festa de confraternização logo apos o festival varadouro e nem preciso dizer que fiquei morrendo de vergonha. Agora vem o Orkut e apronta uma dessa comigo. Fiquei corado na frente do pc e tudo é culpa do Orkut.

Porém algumas pessoas me odeiam, outras, me destestam, algumas não confiam em mim. Mas a vida continua. Continua. Contínua.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Acreanisse jovial.

Gameleira
a tardinha
belo por do sol
entre os barrancos
desse rio torto
que corre
e não vê o mar
E mais tarde
tem festa
no flutuante
tem gente
passeando
no parque
já cansado
vou pro mercado
comer
gostosa
quentinha
tapioca
com um suco
de caju
ou de maracujá
já quero
uma baixaria
passeando
pela via verde
soltando fumaça
pensando
refletindo
conversando
voltando
para casa
para enfim
dormir

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Os olhos de um perdedor

Ela olhou com ar de quem sabia muito sobre mim, mais do que eu queria que ela soubesse, e são nessas horas que acontecem as maiores cagadas. Então com delicadeza pegou na minha mão e me levou num lugar onde não havia ninguém e afirmou: "Eu sei que você tens algo a me perguntar e estou aqui para responder".

Sorri nervoso e catei logo um cigarro que estava inquieto no bolso da camisa pedindo paa ser queimado e virar fumaça, mas na verdade quem estava afim de virar fumaça era eu e poder sair assim de fininho sem ser percebido. Olhamos um para o outro com aquele silencio barulhento, baixei a cabeça, para enfim poder criar coragem, mas, meus olhos ainda eram perdedores.

Ela também pediu um cigarro. Sua perna balança de um lado para o outro - será que ela está nervosa? - . De repente sinto perto do meu ouvido um sussurro: "Não acredito que estás sendo vencido por suas razões, Adaildo".

Agora fui nocauteado por meus sentimentos.